Seja para falar de amor, do completo fim do tal, politica, banalidades afins, não importa; quem tem sabe - a ausência de um amigo faz falta.
Versos pra que te Quero
sexta-feira, 2 de junho de 2017
podemos fazer uma festa sem dinheiro, mas não sem amigos
podemos fazer uma festa sem dinheiro, mas não sem amigos: Amigo é feito divã. Aquele profissional academicamente não gabaritado, que mesmo a distância, nos dá uma direção.
Seja para falar de amor, do completo fim do tal, politica, banalidades afins, não importa; quem tem sabe - a ausência de um amigo faz falta.
Seja para falar de amor, do completo fim do tal, politica, banalidades afins, não importa; quem tem sabe - a ausência de um amigo faz falta.
domingo, 7 de maio de 2017
sábado, 3 de setembro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Sinônimo de Amor
Partirei do
início. Particularmente, já não havia uma legião de questionamentos.
Ao menos em nós não.
Estávamos diante dois anjos,
de instintos alterados ao que o acaso exaustivamente vinha dando “banana!” à
exacerbada gana. Pois é, chegara aquele momento, onde a grandeza da
existência, que camuflada em frivolidade, nos traz um antidoto [
] e transfigura em flor.
Se temporário à nossos males?
Não importava. Em trégua, aceitamos em estado hilariante, clamando
sob ecos Cazuza versos embriagados; “mais uma dose, é claro que eu estou
a fim” mais e mais (…).
Aliviada, suspirei. Descruzei
os braços, sinalizando o ato propício a um desarme. Nesse instante
“entreguei o alvo e a artilharia”. Não que estar só, revirar na cama,
fazer o que se quer (sozinha) enfado causasse. De modo algum, ao
menos pra mim. Mas ele chegou, “tive medo… não sou perfeita … eu não
esqueço”.
Das coisas de criança, o
homem adulto, traz uma lembrança – brincar – e brincar é bom com
quem se quer beijar.
Chega uma hora que cansados
ficamos de tanto eu. Ao molde papel parede, blasé, fazemos caras e bocas
parecendo indiferentes a coisa toda, mas só parecemos.
Dai o crash (!). Algo
em nós sai do estado habitual. Inflama a esperança. E nessa
conturbada correria nossa de cada dia, notamos a diferença no quadro de metas
que só estressa. Somos tomados pelo novo. Onde não há esforço. Ser
simplesmente eu e ele(a), sem perder a essência do “eu” em detrimento ao
outro. E o “nós” toma forma de conjugação perfeita.
Dai, a pessoa chega e
fica difícil dizer não.
– Você vai ficar?
Inquirimos somente para que conste nos autos.
– Tá! Fica ai.
Sorrimos de bobeira.
– Você vai ficar?
Inquirimos somente para que conste nos autos.
– Tá! Fica ai.
Sorrimos de bobeira.
Ser fisgados, urge a ânsia,
pois necessitamos. Sei lá! Se amor esta quando damos de cara
com aquela companhia que nos acalma – o cúpido me
flechou.
“Quem um dia
irá dizer que existe razão,
nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer que não existe razão?
Era, uma jogatina
“Fica quieto e vem logo me
fazer feliz!”
Sobre a mesa, largou o
pequeno objeto. Já de pau duro, se guiou pelas artimanhas em delírios entre as
pernas da garota que a pouco conhecera.
Era – Eranilde – para os pais
um primor de moça. Os caras a tinham como uma safada sem rumo. Chamavam na de
“Dadinha”.
No quarto de hotel a
respiração dava os acordes. Começou meio sem jeito, também pudera, ela gostava
de sexo. Uma coisa era certa, não há grana e nem beleza que sustente um pau
ereto ou uma buceta encharcada se não há desejo em reciprocidade. Eles queriam
era mais que o mundo se fodessem junto com eles.
O copo estava vazio. Era
sentada de pernas abertas, pede para que ele a sirva de mais uma dose.
“agora e junte-se a mim!”
“porra meu, você me deixa louco!”
“porra meu, você me deixa louco!”
Entre os dentes, escapa um
sorriso molhado.
“deixa de ser bobo e vem logo
pra cá”
No espaço quarto, ouviu-se o
sonar: Tin! Tin! Sem premeditarem em um único gole, os copos tornam-se peças
surpérfluas.
Se ajeitou no chão em frente
a ela, que de pernas abertas o esperava. Contemplava a úmida porta do inferno.
Sabia que além morte, entre urros e o choque em fricção de suas carnes, não
sairia santo de dentro dela.
Com atenção ela o observava,
sentiu-se ainda mais excitada quando o viu se acariciar. Sem qualquer lamento,
com força, a puxa. Seu pinto duro a arrebenta, gritos… rompe-se a promessa
espaço vago no ar.
No ouvido entre murmúrios, se
ouvia: “Não para! Ah, eu quero isso tudo só pra mim!”
O pau escorregara, e numa
nova tentativa em enfiar todo dentro dela, Era, diz:” baby, calma!”
Ela não tinha pressa, queria
apreciar lentamente a visão daquela maravilha sumir dentro dela.
Amantes fantasiam loucuras.
Sábios os que se doam a putaria. Pra esses tipos de caras ela não se importava
de ser vista como imunda (visão retardaria) – engolia a porra com gula. É das
putas que eles gostam mais.
“No rabo, ainda não!” Dizia.
Quero tatear com a língua o gosto grosso do seu paladar. O pequeno objeto rosa,
foi lançado e como sorte, indicou o que ambos desejavam.
Era trazia um dado. Sentia
prazer e judiava dos caras ao saber que dentro da calça sua poção macho
latejava enquanto a sorte era lançado. Isso a excitava.
Um grito. Prazer, e nas
costas o líquido. Na saída do hotel se despedem:
“até mais!”
“até!”
“até mais!”
“até!”
O tempo passa e nem tudo
desgasta….
Na correria dos dias,
agitada, pois estava atrasada. Esbarra num cara.
Ao virarem, tentando se
desculparem, se reconhecem. A bolsa dele fez que iria cair, ela vai de encontro
evitando a queda.
Ele: “obrigado!”
Enquanto agradecia, viu cair
no chão o pequeno objeto que um dia lhe chamara a atenção, o dado rosa com
posições de sacanagens que Eranilde consigo trazia. Dai o sugestivo
apelido “dadinha”.
Sacou de imediato – Era, não
havia me esquecido. Ele se inclina para pegar e do chão, erguendo a cabeça,
da vazão a natureza de uma mulher que tanto persuadia seu instinto.
Num mover de braços, olhando no seus olhos, devolve a sua dona o
artificio erótico.
Zombeteira como sempre, Era
retruca num sorriso:
“obrigado? Obrigado nada!
Pode abaixando as calças!
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