sábado, 3 de novembro de 2012

Testemunhas Verazes


Meandros em interfundos prostrados em paredes caladas.
Alma ensanguentada, quisera ser apenas magoa.
No vasto dos mundos, apenas pontos obscuros.
Não saber se isso é prosa ou bronca, não difere em nada para quem esta em coma.
Sentir a vida se esvair não usufruindo o exito, sinal de que ainda somos meio.
Mente, mente! Germina a semente sonhando em ceifar o que ainda não foi visto por muitos, num ciclo perfeito onde seu primeiro espelho foi a quem estava ao umbigo presa.
Divagações a parte, interpretações sem sujeiras de uma menina (isso faz algum sentido?) fora tida como louca... Não! Poeta porra!






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