quarta-feira, 8 de maio de 2013

Janela da alma

Ouvindo-o, vi o exasperar contido

Quelque chose  escolheu ao abrir o guarda roupa

A deformidade desconjurava a sanidade

Pois  em formas tão distintas, emitidas por ruídos em estalos

Desenhava-te  além do esquadro

Que a cegueira da visão relutou em dizer-me não




Sandra Frietha
Sãp Paulo, 09 de Maio de 2013


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