domingo, 14 de setembro de 2014

A Alegoria da Prontidão




Do contrário, era flor.
Paisagístico, sem pudor.
Do tempo que era exagerado pajem
Tolerava sobras de resto de um esqueleto,
sobre o pó na prateleira.

Da janela, fria esquadria
Gorfo em lamaçal.
A cada negativa sua, me torno mais essência
escorrendo em fragmentos de lamento numa simples conduta.
Certa vez esbarrei com o excesso
Que em godos, sobejava falência aos que lhe tocavam.
O fim de tanta e toda lamuria, por que tarda a ruptura?
Ao menos assim vejo.
Sujeita tosca, matuta, sedenta em capsulas plastificadas traficando loucuras.
Não! ele disse que não! Esbravejava.
Quem ele pensa que é para por ponto final no que é virgula em minha vida?
Embriagada, sou eletrizante. Talvez isso o irrite (?).
Dia  desses ele me ligou. Estava triste, foi o que disse. Até chorar, chorou. Me falou que não era bem assim (...)
Peripécias sem saída (?) na vida.

E o espanador integro escudeiro aguardava mais uma faxina.







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