“Fica quieto e vem logo me
fazer feliz!”
Sobre a mesa, largou o
pequeno objeto. Já de pau duro, se guiou pelas artimanhas em delírios entre as
pernas da garota que a pouco conhecera.
Era – Eranilde – para os pais
um primor de moça. Os caras a tinham como uma safada sem rumo. Chamavam na de
“Dadinha”.
No quarto de hotel a
respiração dava os acordes. Começou meio sem jeito, também pudera, ela gostava
de sexo. Uma coisa era certa, não há grana e nem beleza que sustente um pau
ereto ou uma buceta encharcada se não há desejo em reciprocidade. Eles queriam
era mais que o mundo se fodessem junto com eles.
O copo estava vazio. Era
sentada de pernas abertas, pede para que ele a sirva de mais uma dose.
“agora e junte-se a mim!”
“porra meu, você me deixa louco!”
Entre os dentes, escapa um
sorriso molhado.
“deixa de ser bobo e vem logo
pra cá”
No espaço quarto, ouviu-se o
sonar: Tin! Tin! Sem premeditarem em um único gole, os copos tornam-se peças
surpérfluas.
Se ajeitou no chão em frente
a ela, que de pernas abertas o esperava. Contemplava a úmida porta do inferno.
Sabia que além morte, entre urros e o choque em fricção de suas carnes, não
sairia santo de dentro dela.
Com atenção ela o observava,
sentiu-se ainda mais excitada quando o viu se acariciar. Sem qualquer lamento,
com força, a puxa. Seu pinto duro a arrebenta, gritos… rompe-se a promessa
espaço vago no ar.
No ouvido entre murmúrios, se
ouvia: “Não para! Ah, eu quero isso tudo só pra mim!”
O pau escorregara, e numa
nova tentativa em enfiar todo dentro dela, Era, diz:” baby, calma!”
Ela não tinha pressa, queria
apreciar lentamente a visão daquela maravilha sumir dentro dela.
Amantes fantasiam loucuras.
Sábios os que se doam a putaria. Pra esses tipos de caras ela não se importava
de ser vista como imunda (visão retardaria) – engolia a porra com gula. É das
putas que eles gostam mais.
“No rabo, ainda não!” Dizia.
Quero tatear com a língua o gosto grosso do seu paladar. O pequeno objeto rosa,
foi lançado e como sorte, indicou o que ambos desejavam.
Era trazia um dado. Sentia
prazer e judiava dos caras ao saber que dentro da calça sua poção macho
latejava enquanto a sorte era lançado. Isso a excitava.
Um grito. Prazer, e nas
costas o líquido. Na saída do hotel se despedem:
“até mais!”
“até!”
O tempo passa e nem tudo
desgasta….
Na correria dos dias,
agitada, pois estava atrasada. Esbarra num cara.
Ao virarem, tentando se
desculparem, se reconhecem. A bolsa dele fez que iria cair, ela vai de encontro
evitando a queda.
Ele: “obrigado!”
Enquanto agradecia, viu cair
no chão o pequeno objeto que um dia lhe chamara a atenção, o dado rosa com
posições de sacanagens que Eranilde consigo trazia. Dai o sugestivo
apelido “dadinha”.
Sacou de imediato – Era, não
havia me esquecido. Ele se inclina para pegar e do chão, erguendo a cabeça,
da vazão a natureza de uma mulher que tanto persuadia seu instinto.
Num mover de braços, olhando no seus olhos, devolve a sua dona o
artificio erótico.
Zombeteira como sempre, Era
retruca num sorriso:
“obrigado? Obrigado nada!
Pode abaixando as calças!