domingo, 6 de janeiro de 2013



Cativos

A carne tremula  anunciava que seu espirito se debatia.
Presa estava em enganos, quem dera por engano.
A saída ela via, mas estar ali era como delicia, pois satisfazia a cobiça.

Quando saber o instante exato de abandonar o barco e deixar não a gente, mas o outro se foder?
“Foder!”, nomenclatura forte de se usar em meio ao lirismo da letra, 
Mas o que fazer se a força esta no escracho desbocado da vulgar palavra?

Pois bem, por diversas vezes essa pergunta  ela se fazia:
Convém ao homem natural para se libertar pagar tributo ao anjo que caiu e não morreu?
A colisão do nada contra o esplendor de tudo, purpurina reveste mundo.



Sandra Frietha
São Paulo, 06 de Dezembro de 2013.

Nenhum comentário:

Postar um comentário