quarta-feira, 23 de abril de 2014

Sem titulo, esse é meu nome






Convincente, a conveniência diz regra,
Esquece!
Limitando o direito que ás vezes esqueço ter, experimentando.
Ah! Covarde que sou.
Presilha presa na calvície de forasteiros.
Uma bela tola.
Barata tonta, praguejando nos seus últimos segundos,
Do veneno caseiro, que com zelo fui preparando.
Sentimento hipócrita, boçal, sem sal, vira gigante.

Sem pranto confesso,
Sou o próprio fracasso!
Sendo esmagada a própria unha.
E o basta que da garganta não quer emergir [...]
Alguém ouviu?
Quem sabe dessa vez negue a medida de uma balança viciada
Reação tardia,
Diriam.
Mas ainda há vida.

Cambaleio ao me reerguer
Exigindo o mínimo
Que o grito seja manifestado
Que a loucura impregne meus sentidos
Sobretudo,
de tudo que do que digo,
Germine,
não se preocupando com o sentido.
Só assim,
Só assim,
A vida que nos dias subsegue, não me rejeitará alguma resposta.






...








Um comentário:

  1. Comentário postado no site Recanto das Letras

    21/04/2014 12:44 - J Estanislau Filho
    Bacana. Abraço.


    ResponderExcluir