terça-feira, 30 de setembro de 2014

Tempo







Ás vezes penso que estou perdendo tempo. Outras, que ainda não é o momento. Temendo a resposta sem meio termo, desisto em desviar o olhar. Lentamente, qual alcoviteira, transmutam sobre insights respostas adquiridas em formato formol, sutilezas que relembram o castigo subentendido. Mas, espera ai! Sou inocente. Que fique em juízo.
Talvez não seja agora a hora.

Quem sabe  um raio me parta em subatômica heresia ou simplesmente eu desperte com o alarde da buzina  numa trafegada rua sem saída, ignorando a mensagem "Pare" do painel colorido. O tempo, promíscuo sedutor, talvez me esfregue na cara ou por um lapso, de fato, qual é a real.











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