sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Sinto-me Artista










Eles não se aguentam nos modestos trajes impostos em outdoor.  Preferem os surrados, se não,  adquirem a   síndrome de super-herói, e não importa se o herói é um vagabundo, com trajes  sujos.  O  que vale  é não   trocar  a comanda  nessa hora. A vida é de quem é. A conta, penhora, que uma hora é paga.
Não é raro,  no  semblante, a estranheza em plena  vestimenta de  outrem no desacordo nos trajes da  ida a missa ou a uma entrevista de emprego em plena segunda- feira. Como ser liberal, se a vácuo fui  programada na máquina conservadora de pessoas? Mesmo isso, não turvou minhas perspectivas.... Aprecio  quem vive do seu estilo.

A evolução nunca chega. 2001 ficou pra trás. A foto de família já não é a mesma. Com a mente perdida no espaço e uma odisseia  que não cessa, caminho. Os opostos é um grande negócio. Ser diferente,  ou o que sente? Gosto do esquisito, do louco,  do absurdo (...)  Isso me dá equilíbrio. Minha maluquice, essa  armazeno nas ideias.










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