segunda-feira, 14 de janeiro de 2013



Esvaziamente

Injurias, é o que acabas de me dizer!
Como poderia eu tirar o que é seu?
Apenas vim buscar o que me é de direito.

Sangra e dói...

Mediante a um leito é normal tal questionamento.
 Eu mesma faria acusações piores diante a este pressuposto.
Mas, quando vem a calmaria, agradecemos a esse que permitiu com tanta verocidade sermos dilacerados pelo tal mal ou subjetivos delírios.

Sim, o mal existe.
 As rochas desgastam, o vulcão explode e a porcaria incide.

Mas quem se prende a esses questionamentos se esquece de um principio simples, o corpo não é oco.

Infinito do finito.

Quem disse que na terra o homem pereceria de inanição ou falta de informação?
Quisera eu poder ter a resposta a tais indagações.
O que adianta estar “super antenado e continuar crendo no nada?

Poesia? Sim, sou.

Foi assim que aprendi a não desistir.
Com lagrimas nos olhos sigo gladiando por entre espadas.
Como não ser agressiva dizendo coisas que creio se a meu redor a desordem é o que vejo?
Talvez no momento que se é conhecido por fim, tudo um dia fará sentindo.

A meros expectadores que se incomodam com o jeito que cada um tem em seu ser, eu os chamo toscos.
Um homem com preço de sangue pagou por minha, a liberdade, portanto, deixem-nos em paz!

Formentos dissonantes pairam sobre minha mente, o que para muitos é o lamento.
Parecia que falava sobre física quântica, o que é coisa subhumana.

Tragam a camisa de força!



Sandra Frietha
São Paulo, 14 de Janeiro de 2013.

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