sábado, 26 de abril de 2014

Melindrosas intenções






Silêncio!
Já não há tempo.
O tardar da hora, escandaliza o que é tido bom trato.
Me abrace!

Trêmulo, o corpo reage em ondas provocadas pelo ruido da chuva e
o lamento no chão se esvai contemplando toda sua decomposição.

Bem e  querer se fez surpreender
Também pudera.  
Uma alma reluta entre vedetes entrigueiras, que lamentam do corpo repousado a penas e plumas.
Um absurdo!
Se fez entender.

Da loucura em sorvir a plenitude,
Sou fácil presa da doçura do que sai de tua boca,
Pronúncia doce.
Talvez não hoje!
Melhor não.
Ao bom sacana entende-se:
(Volte,
aqui estarei amanhã)

Esvoaça sem entender meu cabelo,
Veja!
É o vento,
Que em pleno desejo traduzo ao som de festejos do referido presente que tenho medo.
Sujeito esse indiferente, que me combatendo, combatido se sente em reconhecer que (não) enlouquecerei (somente de prazer) vendo o obtuso não tão imundo me conduzir a volúpia em cataclismas por seus dedos.
Não me negaria a esse deleite (pensamento)

No ouvido (dele)... Agora me beije.










Um comentário:

  1. Comentários postado no site Recanto das Letras


    27/04/2014 08:29 - Eemanuel
    Poesia linda e romântica

    ...

    27/04/2014 14:46 - Marinho de Sousa
    Belíssima poesia, Sandra.

    ...

    29/04/2014 02:23 - Mário Corredor
    hum...gostoso ler isso!!

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